A Família Sá Leitão de Açu-RN é originária da descendência de Joaquim Saboia de Sá Leitão (N. Aracati-CE 1844, F. Açu-RN 1910). Chega a Açu em 1865, deixando uma linhagem de 13 filhos em dois casamentos.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

CORINA TRI E TETRANETA

Corina de Sá Leitão Amorim


Hilcon de Sá Leitão Amorim
Raimunda Liduína de Sá Leitão (Esposa e filha de uma prima de Hilcon)
Corina de Sá Leitão Amorim

Trineta de Joaquim de Sá Leitão
Bisneta de Luiz Correia de Sá Leitão
Neta de Consuêlo de Sá Leitão Amorim
Filha de Hilcon de Sá Leitão Amorim


Raimunda Liduína de Sá Leitão
Hilcon de Sá Leitão Amorim (Esposo e primo da mãe de Liduína)
Corina de Sá Leitão Amorim

Tetraneta de Joaquim de Sá Leitão
Trineta de Luiz Correia de Sá Leitão
Bisneta de Carmem de Sá Leitão Farias
Neta de Maria Elizabete Farias de Lima
Filha de Raimunda Liduína de Sá Leitão Lima



Tri e Tetraneta de Joaquim de Sá Leitão

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

CENTENÁRIO DIA 20 DE NOVEMBRO

CONFIRMADOS
CENTENÁRIO DE JOAQUIM DE SÁ LEITÃO
20 DE NOVEMBRO

Até o momento (14/setembro) confirmados na participação do centenário de Joaquim de Sá Leitão.
9 netos;
41 bisnetos;
52 trinetos;
12 tetranetos, e
46 agregados.

160 confirmados!!

PADRE SÁ LEITÃO

Padre Sá Leitão
Irmão de Joaquim de Sá Leitão

Antônio Sabóia de Sá Leitão nasceu em 21 de setembro de 1842, no Aracati. Formado na Faculdade de Direito do Recife, em 1866, advogou no Aracati, foi Promotor de Justiça, em Icó e Itapipoca, no Ceará e em Açu, no Rio Grande do Norte. Promovido a Juiz de Direito de Jerumenha, no Piauí, esteve onze anos no exercício da função, quando foi transferido para a Comarca de sua terra natal e depois para a de Icó. As reformas da magistratura, no início da República, acabaram por aposentá-lo, após algum tempo de disponibilidade. Um paradigma de católico às diretas fundou a primeira Sociedade Vicentina do Ceará, recebendo ordens sacerdotais em 3 de janeiro de 1904, após 38 anos de atividades forenses como advogado e magistrado. Cinco anos depois, um de seus filhos também se fazia sacerdote - Frei José Maria de Sá Leitão. O Padre Dr. Antônio Sabóia de Sá Leitão, ordenado aos 62 anos, exerceu ainda 13 anos de vida sacerdotal. Faleceu, em Recife, a 4 de julho de 1917.
Fonte: Revista editada pelo Banco do Nordeste do Brasil-BNB em 1982. Pesquisa de dados e texto de Nícolas Almeida.

Sua passagem por Açu: “como advogado, indo ao Açu tratar de uma questão de seus irmãos, comerciantes no Recife, vagou a esse tempo a promotoria local. Achando conveniente o emprego, solicitou-o ao presidente (do Rio Grande do Norte), que fora seu mestre na faculdade, e o nomeou, de fato em 1875, só entrando em exercício a 2 de outubro. Serviu nessa promotoria até março de 1877.” (VICTOR, 1942)

PADRE AMÉRICO

Américo Vespúcio Simonetti
Neto de Joaquim de Sá Leitão
Filho de Maria Augusta de Sá Leitão Simonetti


PADRE AMÉRICO
Por Pe. João Medeiros Filho

Conheci Padre Américo, em meados de 1957, quando acompanhava Dom Eliseu Mendes em visita a cidade de Jucurutu para verificar as obras da construção da maternidade daquele município, erigida com recursos da Missão Rural. A vida nos aproximou novamente na década de sessenta, após a minha ordenação. Como coordenador da pastoral da Diocese de Caicó, encontrávamo-nos sempre nas reuniões da província. Sua preocupação era traduzir o Evangelho numa linguagem acessível. Queria a Igreja de Mossoró, sob o impulso do concílio Vaticano II, perto do povo, sem ser populista. Pretendia uma liturgia viva, participada e inculturada, sem destruir o seu encanto e mistério próprio das coisas sagradas. Aspirava por comunidades de mãos estendidas, imitando Cristo morto na cruz de braços abertos, num gesto de quem deseja tocar os homens e o mundo.


Dom Gentil Diniz, em sua sabedoria, percebeu o valor de Pe. Américo e o trouxe de Açu para Mossoró, confiando-lhe novas tarefas, desenhadas com amor e criatividade. Aliás, este era um de seus carismas. Monsenhor Américo inovava sem descaracterizar. Trazia o novo sem destruir o velho. É próprio dos sábios. Cristo também trouxe o evangelho sem aniquilar a cultura do seu povo. Ao contrário, trouxe-a para dentro da realidade da sua Boa Nova. O amor de Américo pela Igreja foi tão grande, que o fez renunciar ao episcopado. Atitude incompreendida, à época, fazia parte do seu temperamento e vocação. Os profetas não são talhados para a administração. Um bispo é teólogo e pastoralmente administrador. Américo era pastor e profeta. Talvez os compromissos episcopais o impedissem de criar e renovar. São Jerônimo foi um dos primeiros a não aceitar o episcopado, pois queria dedicar-se exclusivamente à tradução da Palavra de Deus. Américo agiu de modo semelhante, dezesseis séculos depois.

Servidor de Cristo e da Igreja, padre Américo foi para muitos consolo e esperança. Quem conhecia e se aproximava do monsenhor, lembrar-se-á daquilo que disse o Mestre: vinde a mim vós todos que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei (Mt 11,28). Para muitos, ele trouxe esperança e ânimo para carregar a cruz de cada dia, fonte de vida, paz e libertação. Padre Américo foi um sacerdote piedoso sem se tornar piegas, um homem terno sem manifestar fraqueza, um padre cheio de doçura sem transparecer condescendência.

Monsenhor Américo entendeu que a paróquia deve ser espaço de evangelização e ajuda aos irmãos. Foi pensando assim que reformulou a festa de santa Luzia. Para ele, era importante que ela fosse também um lugar de descoberta de Cristo, que caminha aparentemente desconhecido ao nosso lado – como acontecerá aos discípulos de Emaús, quando as palavras do Mestre ardiam em seu coração e os convidavam a abrir os olhos para o ministério da Vida e da Ressurreição.

O que encantava em monsenhor Américo era sua inteligência e simplicidade, seu jeito de ser discreto humilde e piedoso. Ao conversar com ele, parecia que estávamos ouvindo santo Agostinho, bispo de Hipona: Senhor, torna-nos capazes de viver com amor nossa vocação, como verdadeiro enamorados da beleza espiritual..., não como escravos subjugados por uma lei , presos a costumes e tradições, mas como homens livres guiados pela graça divina.






quarta-feira, 13 de outubro de 2010

TEREZINHA E VIRGÍNIA

Terezinha de Sá Leitão Amorim
Ana Virgínia Amorim Craveiro
Bisnetas de Joaquim de Sá Leitão
Netas de Luiz Correia de Sá Leitão
Filhas Consuêlo de Sá Leitão Amorim


Terezinha de Sá Leitão Amorim
Esposo: Raimundo Alexandre

Filha: Daniela Amorim Martins
Genro: Hermenegildo Matos Martins
Neto: Daniel Amorim Martins
Neto: David Amorim Martins
Neta: Mariana Martins da Costa

Filho: Danilo Amorim Alexandre



Ana Virgínia Amorim Craveiro
Esposo: Alberto George Belfort Craveiro
Filha: Amanda Amorim Craveiro

Virgínia, Hilcon (irmão) e Terezinha




Alberto, Virginia e Amanda

terça-feira, 12 de outubro de 2010

AMÁLIA E ALFREDO

Joaquim Alfredo Simonetti
(Padre Alfredo)
Neto de Joaquim de Sá Leitão
Filho de Maria Augusta de Sá Leitão Simonetti



Maria Amália Simonetti
(Irmã Angelina)
Neta de Joaquim de Sá Leitão
Filha de Maria Augusta de Sá Leitão Simonetti

PAULO SÁ LEITÃO

Paulo Wanderley de Sá Leitão
Neto de Joaquim de Sá Leitão
Filho de João de Sá Leitão (Giovani)

Paulo Wanderley de Sá Leitão
Esposa: Nerci Gondim de Sá Leitão

Filho: Luiz Gondim de Sá Leitão
Nora: Antônia Márcia de França
Neto: José Luiz França de Sá Leitão
Neta: Ludmila França de Sá Leitão

Filho: Giovani Gondim de Sá Leitão
Neta: Ana Clarissa de Souza

Filha: Lúcia de Fátima Gondim de Sá Leitão

Filha: Antônia Gerusa Gondim de Sá Leitão
Esposo: Renato Pires Falcão Mendes
Neto: Paulo Wanderley de Sá Leitão Neto

Filha: Soraya Gondim de Sá Leitão


Paulo e Nerci




Soraya e Iza (Esposa de Cleando Fº)

Em pé: Aida (sobrinha), Rosa (sobrinha), Lucia (filha) e Geruza (filha)
Sentadas: Zuleide (irmã) e Rosanália (sobrinha)


Paulo, José Luiz (neto) , Nerci, Luiz (filho) e Márcia (nora)


Paulo Neto, Lúcia, José Luiz e Ludmila